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Mitos e verdades sobre a Placa Mercosul

Mitos e verdades sobre a Placa Mercosul

 

Muito tem se falado sobre o novo modelo de identificação veicular, a placa modelo Mercosul. Por esse motivo, o Portal do Trânsito fez um levantamento para separar o que é verdade e o que é mentira de todas as informações que estão circulando pela internet.

A placa Mercosul está suspensa.

MITO A informação não é verídica. A Res.729/18 que estabeleceu o sistema de Placas de Identificação de Veículos no padrão disposto na Resolução MERCOSUL continua em vigor e segundo a alteração proposta pela Res. 770/18, o prazo final para implementação é 30 de junho de 2019. O que aconteceu, e que pode estar causando essa confusão, é que na semana passada, duas Decisões publicadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), no Diário Oficial da União, apontaram os assuntos para estudos prioritários e imediatos encaminhados para as Câmaras Temáticas do órgão. Dentre eles, foi solicitado um estudo específico sobre a placa Mercosul. 

Bolsonaro quer tirar a placa de circulação.

VERDADE A afirmativa aconteceu durante uma Live, na semana passada, em uma rede social, na qual o presidente afirmou que tenta encontrar uma solução para acabar com o novo modelo de placa. “No meu entender, não há benefício para o Brasil essa placa do Mercosul, é um constrangimento, uma despesa a mais para a população. Vamos tentar então ver uma maneira legal, eu acho que dá para encontrar solução de acabarmos com essa placa do Mercosul”, disse o Presidente.

Se eu transferir o meu veículo, já emplacado com o novo modelo, para um estado que não implementou a placa Mercosul, tenho que voltar a usar a placa antiga.

VERDADE Se o automóvel com a placa Mercosul for transferido para estado onde o sistema ainda não está em vigor, o novo dono terá de voltar ao modelo ‘antigo’, na cor cinza. Sendo assim, em caso de transferência de estado, a Resolução 741/2018 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) prevê a mudança no quinto caractere obedecendo a seguinte conversão (seja da nova para a antiga e vice-versa). A informação foi confirmada pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), pelo Detran-RJ (Departamento Estadual de Trânsito do Rio de Janeiro), o primeiro a adotar a novidade, e pelo Detran-SP, que ainda não aderiu ao novo padrão. O motivo é que o sistema antigo não lê o novo modelo.

A placa Mercosul deve ser instalada nas seguintes situações: para os veículos a serem registrados, em processo de transferência de município ou de propriedade, ou quando houver a necessidade de substituição das placas.

VERDADE Essas são as situações previstas, pela Res.729/18, para a troca de placa para o modelo Mercosul. Segundo o Contran, não haverá a obrigatoriedade de troca de placas para os veículos que já estão em circulação. O que quer dizer que um veículo já emplacado poderá circular com o modelo atual até o fim da vida, se permanecer com o mesmo dono e no mesmo município.

2% de toda arrecadação com as novas placas será destinado para Cuba.

MITO Conforme a notícia falsa que circulou pela internet, 2% de toda arrecadação com as novas placas seria destinado para uma Entidade Internacional do Mercosul chamada RENAC (Reconstrução Nacional de Cuba). O falso texto prega ainda que “tudo que os Comunistas fazem nas sombras e você VOTA e os apoia sem COBRAR ou QUESTIONAR”. Tanto a Resolução Mercosul/GMC/ nº 33/14, quanto a Res.729/18 do Contran, não fazem menção nenhuma a qualquer tipo de arrecadação, muito menos em relação a inscrição Renac na placa.  

O modelo atual de placas (cinza) está com os dias contados.

VERDADE Outra necessidade para a implantação do novo modelo da placa é a proximidade do fim da combinação alfanumérica do modelo atual. Se a placa mantivesse a atual combinação (três letras e quatro números), nos próximos anos, não existiram mais novas sequências para contemplar toda a frota do país. De acordo com dados e projeções do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), além de cálculos que levam em consideração variáveis como o crescimento maior ou menor de nosso mercado automotivo, no ritmo das vendas anuais de automóveis no Brasil, 10 anos é a sobrevida máxima para o conjunto alfanumérico de três letras e quatro algarismos.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Dicas para ajudar as mulheres a manter os veículos seguros e em boas condições

Dicas para ajudar as mulheres a manter os veículos seguros e em boas condições

 

Cada vez mais presentes no universo automotivo, as mulheres também se preocupam com os cuidados com o veículo.

 

Marcando presença em todas as atividades econômicas, as mulheres também se tornaram consumidoras importantes, inclusive quando se trata de carro. Além do público feminino já representar mais de 50% do volume das vendas de automóveis, também influencia na compra do automóvel da família.

As mulheres também se preocupam em cuidar do carro. Para facilitar ainda mais a visita à oficina, a Nakata destaca orientações importantes para a manutenção e bom funcionamento do veículo. “A motorista deve ficar atenta ao controle de temperatura do motor do automóvel que aparece no painel e, caso perceba  alguma alteração, verifique, inicialmente, se o nível do líquido de arrefecimento está adequado e o estado de mangueiras, em seguida, a bomba d’água também deve ser analisada”, comenta Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata, ressaltando também a importância da limpeza, periódica, do sistema de arrefecimento e da utilização da proporção correta de água/aditivo para manter o motor na temperatura certa e para proteção de todos os componentes do sistema.

O sistema de suspensão também merece atenção, por isso deve ser feita avaliação de todos os componentes, entre eles, amortecedor, braço oscilante, pivô, batente e barra. “Perda de estabilidade e dirigibilidade, balanço em excesso nas arrancadas, freadas ou ao passar por lombadas ou irregularidades, vazamento de óleo e ruídos podem ser indícios de comprometimento de alguma peça”, alerta.

Outro sistema importante que dever ser revisado é o de frenagem, essencial para manter a segurança no trânsito.

“Pedal mais duro pode ser indicador de problema no servo freio. Já se tiver mais baixo, pode ser vazamento no cilindro mestre, pinça de freio, tubulações ou cilindro de roda”, comenta Silva.

Ele explica também que a vibração no volante, ao acionar o pedal, pode ser empenamento de disco de freio ou cubo de roda.

A recomendação é sempre levar o veículo a uma oficina de confiança e fazer a manutenção preventiva, segundo o manual do fabricante, já que, além de manter o bom desempenho do veículo e evitar acidentes, custa menos que a manutenção corretiva.

 

Fonte: Portal do Trânsito

 

 

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Teve o carro atingido por uma enchente? Saiba o que fazer

Teve o carro atingido por uma enchente? Saiba o que fazer

 

Mais do que ter a cabine invadida por água e lama, é grande o risco de travamento do motor.

 

 

No verão, uma das principais preocupações é com o grande volume de chuvas e suas consequentes enchentes que invadem ruas e garagens sem cerimônias. Se você não conseguiu fugir dessa situação, o G1 dá algumas dicas para amenizar os prejuízos.

O carro morreu. E agora?

Se o motor estava ligado e a altura da água atingiu a entrada de ar superior do veículo, ele desligará automaticamente por uma questão química: sem o ar externo não existe combustão.

O principal erro é insistir na partida. Fazendo isso, o motor pode sugar a água de fora para dentro e resultar no calço hidráulico – quando a água invade a câmara de combustão e o pistão exerce grande esforço para vencer a resistência da água, empenando as bielas e travando o motor.

Válvulas, bronzinas, comandos de válvula e virabrequim também poderão ficar avariados e o prejuízo será ainda maior.

Como saber se a água chegou ao motor?

O primeiro passo é abrir o capô e checar o filtro de ar. Caso ele esteja encharcado, é grande a probabilidade de a água ter atingido pontos críticos do motor.

Por isso, a melhor opção é transportar o veículo de guincho para uma oficina. Lá, o mecânico deverá retirar as velas e, com uma bomba manual, retirar a água que possa ter invadido a área dos cilindros.

Depois de removida a água, é hora de reposicionar as velas e tentar ligar o motor. Se ele pegar, basta trocar o óleo.

Porém, se mesmo após a limpeza o carro não funcionar, temos más notícias: o motor travou e precisará de reparos mais severos, como a desmontagem para uma identificação mais precisa dos danos.

Se seu carro possui seguro, é hora de solicitar ao seu corretor que faça um aviso de sinistro e providencie um guincho. Priorize oficinas especializadas por ser um reparo mais delicado e caro. Desconfie de soluções rápidas e baratas.

Fonte: G1
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Veja as vantagens das lâmpadas de LED na sinalização e iluminação interna do carro

Veja as vantagens das lâmpadas de LED na sinalização e iluminação interna do carro

 

Sistema tem inúmeros benefícios quando comparado com a lâmpada original do veículo.

 

 

Ao comprar um carro, seja zero quilômetro ou usado, muita gente pensa em instalar alguns acessórios que são “indispensáveis” sobre rodas, como película nos vidros ou um protetor de cárter. Fora a polêmicas e gostos pessoais, uma linha de produtos vem entrando nessa categoria de indispensáveis: são as lâmpadas em LED, não só as de faróis, como as internas e de sinalização.

Por isso, mesmo os não aficionados pela personalização do visual do carro vêm se rendendo aos benefícios que um bom produto de LED traz para a iluminação do veículo, isso porque ela combina maior durabilidade, economia, estilo e visibilidade. São produtos melhores até que os originais de fábrica, e fazem do LED mais do que uma alternativa viável, uma tendência.

As lâmpadas de LED para o mercado automotivo possuem a mesma base de uma lâmpada original de fábrica, só que ao invés de um bulbo com filamento, possui um LED de alta performance. Eles têm diferentes bases, formatos e cores, e substituem as principais aplicações de sinalização e luz interna, como: luz de seta, luz de freio, lanterna frontal, lanterna traseira, ré, assim como luz de teto, luz de porta-luvas, porta-malas, luz de placa, entre outras.

As vantagens desse tipo de tecnologia são a maior durabilidade, visibilidade e estilo. A maior durabilidade e economia do LED são atributos conectados. Em média, elas possuem vida útil de mais de 8 anos e menor consumo de energia e combustível.

A visibilidade é garantida porque as lâmpadas de LED têm a geometria adequada da luz, ou seja, emitem a luz no local correto, isso é especialmente importante para as lâmpadas de sinalização, como seta, freio, lanternas frontais e traseiras. Já o estilo é garantido pela maior brilho e intensidade das cores. As lâmpadas de sinalização em LED da Philips estão disponíveis nas cores branca, âmbar ou vermelha.

Mas lembre-se, lâmpadas de LED não são todas iguais, as lâmpadas Ultinon LED possuem 3 anos de garantia e a confiança da Philips, que a mais de 100 anos fabrica e desenvolve lâmpadas automotivas.

Quer conhecer mais sobre lâmpadas de LED. Acesse (www.philips.com.br/ledcarros).

Fonte: G1

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Ação do Detran.SP destaca mulheres com histórias de superação de preconceito e assédio ligadas ao trânsito

Ação do Detran.SP destaca mulheres com histórias de superação de preconceito e assédio ligadas ao trânsito

 

Primeira personagem da série, que vai até 31 de março nas redes sociais, é a mecânica Thais Roland.

 

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) lança nesta sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a ação #elasporELAS. A série vai apresentar 24 mulheres com histórias de vida ligadas ao trânsito, a fim de inspirar e encorajar outras mulheres a uma nova profissão, um novo comportamento, novos olhares e desafios. Entre os principais pontos abordados pelas personagens estão sempre o preconceito e o assédio – e como elas fazem para encarar e, sobretudo, superar tais comportamentos.

Com postagens diárias nas redes sociais do departamento, sempre ao meio-dia, as próprias mulheres contam suas experiências e ensinamentos. O trânsito figura de forma muito particular em cada uma das histórias, algumas com viés profissional, outras com foco totalmente pessoal. Thais Roland, por exemplo, cujo vídeo abre a ação do Detran.SP, largou a carreira em Ciências da Computação para se dedicar à mecânica. Aos 38 anos, além de consultora automotiva, ela compartilha seu conhecimento com outras mulheres por meio de cursos e vídeos nas redes sociais para ajudá-las a não caírem em “papo de mecânico”. O primeiro vídeo do #elasporELAS está disponível no link http://bit.ly/elasporElasThais

Mulheres ao volante

Quase 40% das 24 milhões de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) registradas no Estado de São Paulo são de mulheres (9 milhões). Só em 2018, 280.332 primeiras habilitações foram emitidas para o sexo feminino, o que representa 46% do total de permissões para dirigir expedidas no período (608.215). Número maior que em 2017, quando o percentual de primeiras habilitações para mulheres foi de 44,8%.

Apesar do elevado número de mulheres no trânsito, quando o assunto é segurança, o cenário é bastante diferente. De acordo com dados do Infosiga-SP, das 5.459 fatalidades no trânsito do Estado de São Paulo, menos de 20% foram de mulheres (1.005).

 

Fonte: Detran-SP

 

 

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Contran define temas prioritários, e polêmicos, para realização de estudos técnicos

Contran define temas prioritários, e polêmicos, para realização de estudos técnicos

 

Entre os assuntos estão as placas Mercosul, aumento da pontuação para suspensão do direito de dirigir, retirada do simulador da formação de condutores e utilização de “drogômetros”.

 

Decisões publicadas pelo Contran, no Diário Oficial da União da semana passada, apontam os assuntos para estudos prioritários e imediatos encaminhados para as Câmaras Temáticas do órgão. Todos os assuntos mencionados pelo novo governo como aumento da pontuação para suspensão do direito de dirigir, retirada do simulador de direção veicular da formação de condutores, utilização de “drogômetros” na fiscalização de trânsito e aumento da validade da CNH passarão por estudos específicos nos próximos meses para então acontecer uma definição.

Decisão 03/2019, por exemplo, solicita à Câmara Temática de Assuntos Veiculares um estudo detalhado sobre a Placa Mercosul com os seguintes temas: estudar critérios para amplo credenciamento, avaliar supressão do chip, avaliar QRCode, estudar implantação somente em veículos novos, analisar e definir aspectos físicos e técnicos da placa (retrorrefletividade, luminância, cores, caracteres, película, etc)  e analisar os custos de toda a cadeia produtiva até o consumidor.

Já a outra Decisão, de número 1/2019, prioriza estudos que afetam diretamente os profissionais que atuam no processo de formação de condutores.

Veja os temas encaminhados, nessa publicação, para a Câmara Temática de Educação para o Trânsito, Formação e Habilitação de Condutores.
Suspensão do direito de dirigir

Estudo para viabilidade de aumento de 20 para 40 a quantidade de pontos para instauração do processo de suspensão do direito de dirigir; exclusão de pontuação de infrações sem potencial de acidentes; simplificação do processo de suspensão; avaliação do direito de dirigir em face das exigências cabíveis como pré-condição para a habilitação.

Curso de motorista de veículos de emergência

Revisão da Resolução CONTRAN nº 358/2010 para eliminar possíveis entraves burocráticos, em face da atual especialização dos profissionais de segurança pública.

Formação de condutores

Avaliar a eficácia do uso do simulador e torná-lo opcional, como ferramenta de ensino; oferecer outros formatos do exame teórico (outras possibilidades além da digital); estudar a implantação do EAD; definir a estrutura organizacional mínima de um Centro de Formação do Condutor – CFC (autoescola); reavaliar a carga horária mínima necessária; simplificar as exigências para a concessão da ACC.

Já para a Câmara Temática de Esforço Legal: infrações, penalidades, crimes de trânsito, policiamento e fiscalização de trânsito, foram encaminhados os seguintes temas.
Sistema de Notificação Eletrônica – SNE

Análise de possível indicação de condutor real infrator e de comunicação de venda do veículo pelo aplicativo; incluir a imagem da infração na notificação enviada pelo aplicativo; adoção por todos os DETRANs e demais órgãos integrantes do SNT.

Fiscalização de Velocidade

Revisão do formato atual proporcionando condições de fiscalização voltada para a redução de acidentes e não simplesmente para aplicações excessivas de multas.

E para a Câmara Temática de Saúde e Meio Ambiente no Trânsito, esses foram os temas encaminhados para estudo.

Exame psicotécnico

Estabelecer o regramento da prática profissional seguindo procedimentos cientificamente reconhecidos.

Exame de aptidão física e mental

Ajustar o regramento para as novas regras de validade da Carteira Nacional de Habilitação – CNH.

Drogômetro

Fiscalização de condutores que estejam sob influência de drogas: estabelecer os regramentos para uso do drogômetro.

Para o especialista Celso Mariano, diretor do Portal do Trânsito, essas publicações mostram o direcionamento do Contran nos próximos meses. “As Câmaras do CONTRAN existem para dar subsídios técnicos que embasem as tomadas de decisões. Quando critérios técnicos são respeitados, as chances de erros diminuem muito. É muito bom ver que o DENATRAN demonstra estar disposto a utilizar este suporte antes de efetivar medidas que podem mudar de forma contundente o nosso trânsito“, conclui Mariano.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Aumento de 40% no preço do GNV já afeta comércio de equipamentos de conversão para veículos

Aumento de 40% no preço do GNV já afeta comércio de equipamentos de conversão para veículos

 

Oficina especializada em instalação de kit gás perdeu movimento médio de 100 veículos mês, já deu férias para 5 dos 22 funcionários e vive com a incerteza de como vai ficar daqui para frente. Distribuidora de cilindros e kits que também atua na requalificação dos cilindros, viu o faturamento das vendas cair em 80% após o aumento do GNV.

 

O aumento de 40% no preço do GNV nas bombas de postos de combustíveis, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo), já está afetando empresas que atuam na cadeia produtiva de equipamentos e instalação de kit para conversão GNV em veículos. Para este setor que reúne micro e pequenas empresas, os prejuízos financeiros podem chegar a R$ 100 milhões devido aos investimentos realizados para adequar a infraestrutura do estabelecimento e atender às exigências governamentais, além do mais agravante: provocar o fechamento de 700 postos de trabalho, segundo estimativas da Câmara GNV do Sindirepa-SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo).

Maurício Brazioli, proprietário da Osasgás, localizada em Osasco-SP, há 19 anos, revela que o movimento médio de serviços era de 100 conversões por mês e que após 1º de fevereiro não realizou nenhum serviço. “O mercado está parado, tenho 22 funcionários e precisei dar férias para 5. Não sei o que vai acontecer daqui para frente”, desabafa o empresário.

A mesma preocupação tem Marcelo Rosa, diretor comercial da Mistergás, distribuidora nacional que também faz requalificação de cilindros e revenda. Com carteira de 300 clientes em todo o Brasil, atendendo atacado e varejo, o faturamento da empresa caiu 80% após o novopreço do GNV chegar às bombas de combustíveis.

O metro cúbico custava R$ 2,214 (menor preço) e passou para R$ 3,20, elevação que pode provocar um efeito devastador no mercado formado por oficinas homologadas e especializadas na instalação do kit gás nos veículos. É o que prevê Claudio Torelli, do Grupo CATA que atua na área de certificações, inspeções, homologações e ensaios e membro da Câmara GNV do Sindirepa-SP. “Com o aumento, a economia do GNV por km rodado em relação ao álcool e gasolina diminuiu de 50% para 30%. Com essa diferença em comparação aos outros combustíveis, os motoristas vão deixar de optar pelo GNV”, afirma Torelli. Atualmente, o investimento para fazer a conversão emGNV fica em torno de R$ 4.000,00, com retorno de aproximadamente 8 meses.

Situação parecida ocorreu em 2008 com reajuste do valor do metro cúbico (medida que é vendido o GNV), provocando uma enorme crise no setor.

“Houve o fechamento de postos de abastecimentos, oficinas, curso de formação profissional (Senai), empresas de testes de cilindros, fábricas de cilindros. Isso tudo gerou desemprego em massa de mão de obra qualificada, sem alternativa de recolocação no segmento”, afirma.

Torelli revela, que naquela época, a estimativa da frota circulante de veículos com GNV no Estado de São Paulo era de aproximadamente 400 mil unidades. “Hoje, uma década depois, esse número não é maior do que 120 mil veículos, segundo estimativa das oficinas e fabricantes de equipamentos”, calcula. A parcela de usuários de GNV no Estado de São Paulo está estimada em algo menor de meio por cento (0,5%) em relação ao total da frota em circulação.

Na visão do especialista, o mercado ainda nem se recuperou e sofre outro baque. Com a crise dos últimos anos, houve a retomada pelo uso do GNV por parte dos profissionais que trabalham ao volante, sendo a grande maioria formada por taxistas e motoristas de aplicativos que perderam o investimento feito na conversão dos veículos.  “Esse movimento começou a mexer com o mercado e empresas nacionais começaram a procurar por mão de obra qualificada, ampliaram seu portfólio, incrementaram suas linhas de produção e retomaram a produção de componentes do sistema GNV. Novas oficinas surgiram dentro dos rígidos procedimentos e registros do INMETRO, importadores trouxeram tecnologias, certificadoras e laboratórios de ensaios iniciaram a contratação de especialistas para certificação dos produtos, assim como organismos de inspeção, que emitem o selo de segurança do INMETRO após a inspeção de cada conversão, também estavam procurando no mercado por técnicos e engenheiros para prepará-los para a demanda que se anunciava”, comenta.

Torelli destaca também que o GNV é considerado como alternativa de baixo custo de combustível, tendo em quase a totalidade de usuários, profissionais que dependem diretamente de seus veículos. Agora, a preocupação e incertezas ameaçam esse mercado.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Cuidados para não comprar um carro clonado

Cuidados para não comprar um carro clonado

 

Acompanhe o texto e veja três dicas sobre como se prevenir para não comprar um veículo clonado.

 

Um carro clonado nada mais é do que uma “cópia” de outro veículo, que geralmente trafega por um estado diferente do primeiro. Suas similaridades estão em sua aparência visual e em sua placa. Dessa forma, um dos indivíduos acaba por receber autuações provocadas pelo outro.

Por exemplo: João tem seu carro clonado. O clone, então, é vendido para Luíza, como se fosse o automóvel “original”. Luíza, comete infrações em sua cidade, mas quem recebe-as é João. O contrário também pode acontecer, dependendo da região em que a autuação é realizada.

Mas os problemas não param por aí. Um carro clonado dificilmente é vendido pelo proprietário que percebe o erro. Afinal, os outros compradores poderão pesquisá-lo. Verificando irregularidades, eles não terão o desejo de adquirir o veículo. Quem compra veículo clonado, mesmo sem saber, ainda pode ser processado de modo criminal.

Para que você tenha uma ideia, segundo o Detran do Espírito Santo houve um aumento de 50% em placas clonadas no ano de 2017. Já a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo divulgou dados que mostram que em 2017 houve aumento de 24,3% nos veículos clonados da região de Campinas, comparando os anos de 2016 e 2017, incluindo as cidades de Piracicaba, Limeira, Sumaré e Americana.

Infelizmente, não são somente essas regiões que sofrem com o problema e para que você evite todos esses inconvenientes, listamos algumas dicas a seguir. Acompanhe e descubra que cuidados tomar na hora de comprar um automóvel!

3 dicas para não comprar um carro clonado

1. Compre de uma fonte confiável

Para comprar um carro, o melhor é procurar por uma concessionária, de veículos novos ou usados. Outra opção mais segura é adquirir o bem de um conhecido.

Com este tipo de cuidado, torna-se bem mais difícil adquirir um auto ilegal. Afinal, é bem provável que o seu conhecido haja de boa fé. Já a concessionária faz análise minuciosa antes de revender um usado, e não comercializará um veículo clonado.

2. Leve o carro à vistoria

Se você vai adquirir o veículo, é seu direito realizar uma vistoria completa no automóvel. Assim, leve o auto a uma empresa credenciada pelo Detran. Ela será a responsável por conferir a originalidade do chassi do carro, das suas peças, placa, numeração dos vidros e outras.

A empresa de vistoria também poderá verificar se o veículo passou por adulterações. Muitas vezes, mesmo que não sejam ilegais (como o rebaixamento da suspensão), as mudanças no carro podem trazer prejuízos ao seu funcionamento.

3. Pesquise sobre o veículo

A consulta de um veículo fica disponível nos sites dos Detrans (Departamento Estadual de Trânsito) do Brasil. Por isso, acesse ao portal da instituição e pesquise se há pendências legais e financeiras do carro. Caso multas e impostos não tenham sido pagos, será preciso regularizá-los. Apenas assim o Detran permitirá a transferência de posse do veículo.

Outra dica é solicitar uma cotação de seguro de carro. As seguradoras possuem amplo acesso a informações, e poderão indicar qualquer problema quanto à documentação do carro.

Comprei um carro clonado. O que faço?

Ao adquirir um carro clonado, é muito comum que o usuário logo tenha problemas. Com autuações incorretas e, por vezes, até com a apreensão do automóvel. Por isso, o melhor é ter grande atenção antes da compra. Se, ainda assim, você adquirir um veículo ilegal, algumas medidas poderão ser tomadas.

O primeiro passo será realizar um boletim de ocorrência, informando as autoridades sobre o ocorrido. Dessa forma, será possível recorrer das multas.

Também vale a pena buscar por um advogado e entrar com processo judicial contra o vendedor do veículo. Em muitas das situações, é possível requerer indenização por danos materiais e morais.

Lembre-se, ainda, de realizar o registro da condição no Detran. Deste modo, o órgão poderá realizar a averiguação do problema e, caso a clonagem seja comprovada, informar ao segundo motorista. Também pode ser possível regularizar o veículo clonado, desde que comprovada a boa fé do consumidor lesado pela compra.

 

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Venda de veículos sobe 26,6% em fevereiro, diz Fenabrave

Venda de veículos sobe 26,6% em fevereiro, diz Fenabrave

 

De acordo com a entidade, o total de 198.653 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foram comercializados no mês. Alta é na comparação com o mesmo período de 2018.

 

 

A venda de veículos novos subiu 26,6% em fevereiro de 2019, informou a associação das concessionárias, a Fenabrave, nesta sexta-feira (1). De acordo com a entidade, o total de 198.653 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus foram comercializados no mês.

A alta é na comparação com fevereiro de 2018, quando as marcas operando no Brasil venderam 156.880 veículos. Ao comparar com janeiro, porém, o setor ficou estável, com pequena redução de 0,57%.

“Estamos atravessando mais uma etapa da recuperação do Setor, visualizando a continuidade da queda na inadimplência, um crescimento, ainda que modesto, na geração de empregos, o controle da inflação e das taxas de juros, a confiança do consumidor e do empresário em alta e, ainda, o aumento na oferta de crédito”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da entidade.

Acumulado em alta

No primeiro bimestre do ano, 398.441 veículos foram vendidos no Brasil, o que representa crescimento de 17,8%, ao comparar com janeiro e fevereiro de 2018. No período do ano anterior, as concessionárias venderam 338.125 unidades.

Fonte: G1

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Fiscalização de pedestres e ciclistas é suspensa pelo Contran

Fiscalização de pedestres e ciclistas é suspensa pelo Contran

 

Resolução 772/19 publicada no Diário Oficial da União, dessa sexta-feira, dia 01 de março revoga a Res.706/17 que tratava sobre a fiscalização de pedestres e ciclistas.

A norma estabelecia a padronização dos procedimentos administrativos na lavratura de auto de infração, na expedição de notificação de autuação e de notificação de penalidades por infrações de responsabilidade de pedestres e de ciclistas já mencionadas no Código de Trânsito Brasileiro.

Para o especialista Celso Alves Mariano, a revogação já era prevista.

“Há inúmeras dificuldades para cumprir esta regra. Tanto que houve o adiamento. Era pouco provável que os órgãos de trânsito, nesse meio tempo, tivessem criado a estrutura necessária para fiscalizar e multar pessoas que não possuem cadastro no DETRAN. O sistema atual só considera dados do condutor (CNH, CPF) e do veículo (Chassi, Renavam, placa). Não existe habilitação para pedestres, nem para ciclistas. E bicicletas não têm placas”, explica.

A advogada Mércia Gomes que é especialista em Legislação de Trânsito e profunda conhecedora do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), escreveu um texto sobre o assunto, divulgado pelo Portal do Trânsito. Para ela, é impossível autuar o pedestre e o ciclista, sem que ocorra alteração da legislação.

“Há uma lacuna do legislador, penso somente ser passível de autuar o pedestre se ocorrer alteração através de Resolução do CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito, o qual pode determinar a inserção do número do CPF do pedestre para cadastro da infração, caso contrário, o artigo 254 do CTB permanece sem hipótese de aplicação da infração. Ademais, a inserção do CPF do pedestre e ciclista, enseja a individualização da infração e penalidade administrativa, semelhante às autuações de responsabilidade do condutor e do proprietário do veículo automotor, destacada na legislação vigente. Do exposto, é impossível autuar o pedestre e o ciclista, nem se quer aplicar sanção administrativa, todavia, se ocorrer alteração da legislação e regulamentação afim de sistematizar e implantar nos órgãos, caberá imposição”, escreveu.

Mesmo com essa situação indefinida, vale a pena ter conhecimento das possíveis situações em que o pedestre e o ciclista podem ser multados, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

“Mesmo ainda sem regulamentação, os pedestres e ciclistas devem respeitar a legislação de trânsito. Não apenas para evitar multas, mas a razão principal é a segurança no trânsito”, conclui Mariano.

Veja em que situações o CTB prevê multa para pedestres e ciclistas:

Pedestres

Andar na pista

Pedestre que ficar ou andar na pista de rolamento, sem que seja para cruzá-la, estará cometendo uma infração leve, com multa de R$ 44,19.

Cruzar a pista em local proibido

Atravessar a pista em viadutos, pontes ou túneis e áreas de cruzamentos, fora da faixa, passarela ou passagem especial também é infração leve, com multa de R$ 44,19.

Sinalização

Desobedecer à sinalização específica também é uma infração leve, com multa de R$ 44,19.

Aglomerações

Promover aglomerações na via, sem permissão, infração leve, com multa de R$ 44,19.

Ciclistas

Transitar fora do local apropriado

Condutores de veículos de propulsão humana que não trafegarem pelo bordo da pista, pelo acostamento ou na faixa especial estarão cometendo uma infração média, com multa de R$ 130,16.

Trafegar na calçada

Conduzir a bicicleta (pedalando) em passeios onde não seja permitida a sua circulação também é uma infração média, com multa de R$ 130,16, passível de remoção do veículo.

Agressividade

O CTB diz também que conduzir a bicicleta de forma agressiva é infração média, com multa de R$ 130,16. Conforme o Denatran, guiar de forma agressiva seria conduzir a bicicleta sem respeitar as leis de trânsito, não respeitar o sinal de trânsito, não parar nas faixas de pedestre, dentre outros.

Outras regras

De acordo com o CTB, ciclistas não podem andar em vias de trânsito rápido, que não têm cruzamentos, nem pedalar sem as mãos e transportar peso incompatível. Além disso, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, o ciclista deve andar na lateral da pista, no mesmo sentido de circulação dos carros – ir na contramão pode dar multa.

 

Fonte: Portal do Trânsito